Na
TVI24: "Há 260 médicos que acumulam dois contratos no hospital Fernando da Fonseca, mais conhecido como Amadora-Sintra, numa situação que vem do tempo em que o hospital era uma parceria público-privada, mas que se tornou ilegal a partir de 2011. Ou seja, os clínicos fazem parte dos quadros da unidade de saúde e ganham pelas horas extraordinárias ao abrigo dos contratos com empresas de prestação de serviços. Na prática, recebem duas vezes do mesmo hospital, como explica o «DN» na sua edição desta quinta-feira." [
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no DN e
na Renascença]
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