Na
Rádio Renascença: "Há crianças vítimas de abusos físicos e sexuais que, depois de serem tratadas nas unidades de saúde e de terem alta clínica, acabam por ficar internadas no hospital, durante dias ou meses, à espera que a Justiça lhes encontre um destino para começarem uma nova vida. No Hospital Amadora-Sintra, entre 2012 e 2014, foi o que aconteceu a cerca de 10% das 108 crianças que deram entrada nas urgências hospitalares por “motivos sociais”. Umas ficaram alguns dias, outras semanas ou mesmo meses." [
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no Notícias ao Minuto]
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