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Expresso: "O Ministério Público acusou um médico do Serviço Nacional de Saúde e três delegados de informação médica de burla qualificada, corrupção e falsificação de documentos,
avança o "Jornal de Notícias", na edição desta terça-feira. O esquema era aparentemente simples: o clínico, que trabalhava em centros de saúde, no concelho de Sintra, passava receitas de medicamentos altamente comparticipados em nome de utentes reformados e pensionistas sem que estes fossem consultados; e os três delegados de informação aviavam as receitas e revendiam-nas a outros utentes e reformados." [
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